11.06.2006
Oh, Bolas!
Fat divers know that they are a greater risk to decompression because fatty tissue absorbs nitrogen gas in higher densities while releasing it more reluctantly, just as smokers know that their lungs could rupture more easily during ascent. But what is insufficiently known is that belly fat take space that would otherwise have been used for breathing. A wetsuit furthermore exerts pressure on the chest, and these two factors make that fat people run out of breath very quickly. They can seem fit and strong in non-aerobic exercise (such as lifting) but fail badly when air is needed in aerobic exercise such as swimming back to the boat in a current. You can't be fat as a good underwater photographer!
A força do exemplo ou, o mano e o manista
O primeiro-ministro José Sócrates afirmou ontem, em Montevideu, que os EUA são um "exemplo" no respeito pelos direitos humanos e na defesa de uma visão humanista, sublinhando que estes valores estão no "coração" do povo norte-americano e na Constituição do seu país, noticiou a agência Lusa.
É bonito quando um primeiro-ministro demonstra que é ainda mais ignorante e alienado do que quem o elegeu. Hoje deve haver muito boa gente com a auto-estima em cima. Em nome deles, um bem haja e muito obrigado.
De qualquer forma se um dia quiser saber do que está a falar, recomendo a referência existente para os direitos humanos.
É bonito quando um primeiro-ministro demonstra que é ainda mais ignorante e alienado do que quem o elegeu. Hoje deve haver muito boa gente com a auto-estima em cima. Em nome deles, um bem haja e muito obrigado.
De qualquer forma se um dia quiser saber do que está a falar, recomendo a referência existente para os direitos humanos.
11.03.2006
Podes...
...Podes sair da frente que me estás a tapar o Sol...
Depois de Alexandre, o Grande, feliz por conhecer Diógenes, lhe ter perguntado se havia alguma coisa que pudesse fazer por ele.
O mesmo tipo que, apanhado a esgalhar o pessegueiro no meio da rua respondeu:
Tenho pena é de não me conseguir alimentar esfregando a barriga...
Depois de Alexandre, o Grande, feliz por conhecer Diógenes, lhe ter perguntado se havia alguma coisa que pudesse fazer por ele.
O mesmo tipo que, apanhado a esgalhar o pessegueiro no meio da rua respondeu:
Tenho pena é de não me conseguir alimentar esfregando a barriga...
10.26.2006
Este país também dava um filme
Na edição online do JN de ontem estão dois artigos sobre o caso do Ivan e do Simion (este e este).
Aparentemente não são uns tipos particularmente simpáticos e segundo a advogada deles estão na "solitária" à uma quantidade de tempo.
Parece-me a mim que a resposta a estas acusações deveria ser dada pela instituição que é responsável pela sua estadia no nosso sistema prisional, supostamente a DGSP (Direcção Geral dos Serviços Prisionais). Parece que não.
Afinal quem vem responder às acusações da advogada dos dois reclusos é o sindicato da guarda, o que me deixou logo de pé atrás... Uma organização corporativa que vem defender a corporação antes que esta seja acusada. Hum...
E que diz que os reclusos neste regime até têm direito a "pequeno-almoço, almoço, jantar e reforço" (calculo que o reforço seja o leitinho à noite quando lhes vão aconchegar os cobertores).
Já que fiquei na dúvida fui ler o segundo artigo e no fim deste o presidente da Associação Contra a Exclusão pelo Desenvolvimento (aceito que não seja a voz mais imparcial) é citado com uma frase que de tão simples parece verdadeira:
"Sabem que não vão ser julgados e que têm de aguentar até que lá chegue alguém que lhes diga que já podem ir embora".
Ou seja, dentro da prisão mandam os que lá estão...
Ora esta coisa fez-me recordar alguns filmes, nomeadamente um muito do agrado do público feminino lá de casa. Não digo que o Ivan e o Simion sejam o Tim Robbins e o Morgan Freeman, mas ao contrário desta a história do Stephen King estava bem contada.
Aparentemente não são uns tipos particularmente simpáticos e segundo a advogada deles estão na "solitária" à uma quantidade de tempo.
Parece-me a mim que a resposta a estas acusações deveria ser dada pela instituição que é responsável pela sua estadia no nosso sistema prisional, supostamente a DGSP (Direcção Geral dos Serviços Prisionais). Parece que não.
Afinal quem vem responder às acusações da advogada dos dois reclusos é o sindicato da guarda, o que me deixou logo de pé atrás... Uma organização corporativa que vem defender a corporação antes que esta seja acusada. Hum...
E que diz que os reclusos neste regime até têm direito a "pequeno-almoço, almoço, jantar e reforço" (calculo que o reforço seja o leitinho à noite quando lhes vão aconchegar os cobertores).
Já que fiquei na dúvida fui ler o segundo artigo e no fim deste o presidente da Associação Contra a Exclusão pelo Desenvolvimento (aceito que não seja a voz mais imparcial) é citado com uma frase que de tão simples parece verdadeira:
"Sabem que não vão ser julgados e que têm de aguentar até que lá chegue alguém que lhes diga que já podem ir embora".
Ou seja, dentro da prisão mandam os que lá estão...
Ora esta coisa fez-me recordar alguns filmes, nomeadamente um muito do agrado do público feminino lá de casa. Não digo que o Ivan e o Simion sejam o Tim Robbins e o Morgan Freeman, mas ao contrário desta a história do Stephen King estava bem contada.
10.20.2006
Perplexo fico eu
O Conselho Permanente Conferência Episcopal Portuguesa emitiu uma Nota Pastoral sobre o referendo ao aborto, aconselhando os fieis a votar contra a despenalização.
Até aqui tudo bem.
Mas, no meio da retórica de ética universalista dou com esta pérola:
Nós, Bispos Católicos, sentimos perplexidade acerca desta situação. Antes de mais porque acreditamos, como o fez a Igreja desde os primeiros séculos, que a vida humana, com toda a sua dignidade, existe desde o primeiro momento da concepção. Porque consideramos a vida humana um valor absoluto, a defender e a promover em todas as circunstâncias...
Podem argumentar com o quiserem, mas com o número de mortos (directos e indirectos) que têm no curriculo, há que ter pudor.
Até aqui tudo bem.
Mas, no meio da retórica de ética universalista dou com esta pérola:
Nós, Bispos Católicos, sentimos perplexidade acerca desta situação. Antes de mais porque acreditamos, como o fez a Igreja desde os primeiros séculos, que a vida humana, com toda a sua dignidade, existe desde o primeiro momento da concepção. Porque consideramos a vida humana um valor absoluto, a defender e a promover em todas as circunstâncias...
Podem argumentar com o quiserem, mas com o número de mortos (directos e indirectos) que têm no curriculo, há que ter pudor.
10.07.2006
Castelos portugueses deviam ser postos à venda
Segundo o presidente da Associação Portuguesa de Castelos: "Os castelos portugueses se fossem postos à venda teriam dezenas de compradores, incluindo estrangeiros, o que podia ajudar a manter este património".
E realmente, se pensarmos um pouco, ainda temos mais coisas para vender. Podemos começar pelos castelos, uma vez despachados estes passamos aos museus (estes com a vantagem de se puder vender o recheio à peça, que rende mais), ainda sobram os palácios (São Bento, Belém...).
Se se vir que a coisa resulta podemos nacionalizar as igrejas com algum interesse e vende-las logo a seguir.
Quando o património construido estiver despachado os problemas com o défice devem estar resolvidos e com alguma sorte já estamos a dar lucro.
No fim, só para ter algum para uma ou outra extravagância vendemos as praias. Sempre são oitocentos quilómetros, são famosas internacionalmente e são quase todas de frente para o mar, de certeza que também aparecem dezenas de compradores...
E realmente, se pensarmos um pouco, ainda temos mais coisas para vender. Podemos começar pelos castelos, uma vez despachados estes passamos aos museus (estes com a vantagem de se puder vender o recheio à peça, que rende mais), ainda sobram os palácios (São Bento, Belém...).
Se se vir que a coisa resulta podemos nacionalizar as igrejas com algum interesse e vende-las logo a seguir.
Quando o património construido estiver despachado os problemas com o défice devem estar resolvidos e com alguma sorte já estamos a dar lucro.
No fim, só para ter algum para uma ou outra extravagância vendemos as praias. Sempre são oitocentos quilómetros, são famosas internacionalmente e são quase todas de frente para o mar, de certeza que também aparecem dezenas de compradores...
10.02.2006
Qualquer dia acabam com os rojões
No último dia 19 o Figaro publicou um artigo de opinião de um professor de filosofia chamado Robert Redeker que se chamava "Face aux intimidations islamistes, que doit faire le monde libre ?".
Está-se mesmo a ver que houve quem não gostasse, de maneira que desde dia 20 e depois de ter recebido a ameaça de morte da ordem que o homem está (com protecção policial) sem sair de casa.
Mais engraçado no meio disto tudo é a reacção do Figaro que no dia 28 publica um artigo com o belo título "Le Figaro" et la liberté d?expression em que defende a liberdade de expressão a um nível quase conceptual sem nunca referir o nome do homem e simultaneamente fazem desaparecer o artigo da versão online (deve ter sido para reforçar a ideia da liberdade de expressão).
Embora não subscreva as opiniões do senhor (é um bocado primário e linear, já para não dizer que é uma besta, mas se não dá para mais, paciência, não há nada a fazer), elas acabam por ser o que menos interessa. Interessa sim, que possa dizer o que pensa ser ser ameaçado.
E afinal é só ficção, porque o monde libre parece que nem sequer existe.
Por uma questão de princípio aqui fica o corpo de delito.
Face aux intimidations islamistes, que doit faire le monde libre ?, par Robert Redeker
Par Robert Redeker (Philosophe. Professeur au lycée Pierre-Paul-Riquet à Saint-Orens de Gammeville. Va publier Dépression et philosophie (éditions Pleins Feux)..
Les réactions suscitées par l'analyse de Benoît XVI sur l'islam et la violence s'inscrivent dans la tentative menée par cet islam d'étouffer ce que l'Occident a de plus précieux qui n'existe dans aucun pays musulman : la liberté de penser et de s'exprimer.
L'islam essaie d'imposer à l'Europe ses règles : ouverture des piscines à certaines heures exclusivement aux femmes, interdiction de caricaturer cette religion, exigence d'un traitement diététique particulier des enfants musulmans dans les cantines, combat pour le port du voile à l'école, accusation d'islamophobie contre les esprits libres.
Comment expliquer l'interdiction du string à Paris-Plages, cet été ? Étrange fut l'argument avancé : risque de «troubles à l'ordre public». Cela signifiait-il que des bandes de jeunes frustrés risquaient de devenir violents à l'affichage de la beauté ? Ou bien craignait-on des manifestations islamistes, via des brigades de la vertu, aux abords de Paris-Plages ?
Pourtant, la non-interdiction du port du voile dans la rue est, du fait de la réprobation que ce soutien à l'oppression contre les femmes suscite, plus propre à «troubler l'ordre public» que le string. Il n'est pas déplacé de penser que cette interdiction traduit une islamisation des esprits en France, une soumission plus ou moins consciente aux diktats de l'islam. Ou, à tout le moins, qu'elle résulte de l'insidieuse pression musulmane sur les esprits. Islamisation des esprits : ceux-là même qui s'élevaient contre l'inauguration d'un Parvis Jean-Paul-II à Paris ne s'opposent pas à la construction de mosquées. L'islam tente d'obliger l'Europe à se plier à sa vision de l'homme.
Comme jadis avec le communisme, l'Occident se retrouve sous surveillance idéologique. L'islam se présente, à l'image du défunt communisme, comme une alternative au monde occidental. À l'instar du communisme d'autrefois, l'islam, pour conquérir les esprits, joue sur une corde sensible. Il se targue d'une légitimité qui trouble la conscience occidentale, attentive à autrui : être la voix des pauvres de la planète. Hier, la voix des pauvres prétendait venir de Moscou, aujourd'hui elle viendrait de La Mecque ! Aujourd'hui à nouveau, des intellectuels incarnent cet oeil du Coran, comme ils incarnaient l'oeil de Moscou hier. Ils excommunient pour islamophobie, comme hier pour anticommunisme.
Dans l'ouverture à autrui, propre à l'Occident, se manifeste une sécularisation du christianisme, dont le fond se résume ainsi : l'autre doit toujours passer avant moi. L'Occidental, héritier du christianisme, est l'être qui met son âme à découvert. Il prend le risque de passer pour faible. À l'identique de feu le communisme, l'islam tient la générosité, l'ouverture d'esprit, la tolérance, la douceur, la liberté de la femme et des moeurs, les valeurs démocratiques, pour des marques de décadence.
Ce sont des faiblesses qu'il veut exploiter au moyen «d'idiots utiles», les bonnes consciences imbues de bons sentiments, afin d'imposer l'ordre coranique au monde occidental lui-même.
Le Coran est un livre d'inouïe violence. Maxime Rodinson énonce, dans l'Encyclopédia Universalis, quelques vérités aussi importantes que taboues en France. D'une part, «Muhammad révéla à Médine des qualités insoupçonnées de dirigeant politique et de chef militaire (...) Il recourut à la guerre privée, institution courante en Arabie (...) Muhammad envoya bientôt des petits groupes de ses partisans attaquer les caravanes mekkoises, punissant ainsi ses incrédules compatriotes et du même coup acquérant un riche butin».
D'autre part, «Muhammad profita de ce succès pour éliminer de Médine, en la faisant massacrer, la dernière tribu juive qui y restait, les Qurayza, qu'il accusait d'un comportement suspect». Enfin, «après la mort de Khadidja, il épousa une veuve, bonne ménagère, Sawda, et aussi la petite Aisha, qui avait à peine une dizaine d'années. Ses penchants érotiques, longtemps contenus, devaient lui faire contracter concurremment une dizaine de mariages».
Exaltation de la violence : chef de guerre impitoyable, pillard, massacreur de juifs et polygame, tel se révèle Mahomet à travers le Coran.
De fait, l'Église catholique n'est pas exempte de reproches. Son histoire est jonchée de pages noires, sur lesquelles elle a fait repentance. L'Inquisition, la chasse aux sorcières, l'exécution des philosophes Bruno et Vanini, ces mal-pensants épicuriens, celle, en plein XVIIIe siècle, du chevalier de La Barre pour impiété, ne plaident pas en sa faveur. Mais ce qui différencie le christianisme de l'islam apparaît : il est toujours possible de retourner les valeurs évangéliques, la douce personne de Jésus contre les dérives de l'Église.
Aucune des fautes de l'Église ne plonge ses racines dans l'Évangile. Jésus est non-violent. Le retour à Jésus est un recours contre les excès de l'institution ecclésiale. Le recours à Mahomet, au contraire, renforce la haine et la violence. Jésus est un maître d'amour, Mahomet un maître de haine.
La lapidation de Satan, chaque année à La Mecque, n'est pas qu'un phénomène superstitieux. Elle ne met pas seulement en scène une foule hystérisée flirtant avec la barbarie. Sa portée est anthropologique. Voilà en effet un rite, auquel chaque musulman est invité à se soumettre, inscrivant la violence comme un devoir sacré au coeur du croyant.
Cette lapidation, s'accompagnant annuellement de la mort par piétinement de quelques fidèles, parfois de plusieurs centaines, est un rituel qui couve la violence archaïque.
Au lieu d'éliminer cette violence archaïque, à l'imitation du judaïsme et du christianisme, en la neutralisant (le judaïsme commence par le refus du sacrifice humain, c'est-à-dire l'entrée dans la civilisation, le christianisme transforme le sacrifice en eucharistie), l'islam lui confectionne un nid, où elle croîtra au chaud. Quand le judaïsme et le christianisme sont des religions dont les rites conjurent la violence, la délégitiment, l'islam est une religion qui, dans son texte sacré même, autant que dans certains de ses rites banals, exalte violence et haine.
Haine et violence habitent le livre dans lequel tout musulman est éduqué, le Coran. Comme aux temps de la guerre froide, violence et intimidation sont les voies utilisées par une idéologie à vocation hégémonique, l'islam, pour poser sa chape de plomb sur le monde. Benoît XVI en souffre la cruelle expérience. Comme en ces temps-là, il faut appeler l'Occident «le monde libre» par rapport à au monde musulman, et comme en ces temps-là les adversaires de ce «monde libre», fonctionnaires zélés de l'oeil du Coran, pullulent en son sein.
Está-se mesmo a ver que houve quem não gostasse, de maneira que desde dia 20 e depois de ter recebido a ameaça de morte da ordem que o homem está (com protecção policial) sem sair de casa.
Mais engraçado no meio disto tudo é a reacção do Figaro que no dia 28 publica um artigo com o belo título "Le Figaro" et la liberté d?expression em que defende a liberdade de expressão a um nível quase conceptual sem nunca referir o nome do homem e simultaneamente fazem desaparecer o artigo da versão online (deve ter sido para reforçar a ideia da liberdade de expressão).
Embora não subscreva as opiniões do senhor (é um bocado primário e linear, já para não dizer que é uma besta, mas se não dá para mais, paciência, não há nada a fazer), elas acabam por ser o que menos interessa. Interessa sim, que possa dizer o que pensa ser ser ameaçado.
E afinal é só ficção, porque o monde libre parece que nem sequer existe.
Por uma questão de princípio aqui fica o corpo de delito.
Face aux intimidations islamistes, que doit faire le monde libre ?, par Robert Redeker
Par Robert Redeker (Philosophe. Professeur au lycée Pierre-Paul-Riquet à Saint-Orens de Gammeville. Va publier Dépression et philosophie (éditions Pleins Feux)..
Les réactions suscitées par l'analyse de Benoît XVI sur l'islam et la violence s'inscrivent dans la tentative menée par cet islam d'étouffer ce que l'Occident a de plus précieux qui n'existe dans aucun pays musulman : la liberté de penser et de s'exprimer.
L'islam essaie d'imposer à l'Europe ses règles : ouverture des piscines à certaines heures exclusivement aux femmes, interdiction de caricaturer cette religion, exigence d'un traitement diététique particulier des enfants musulmans dans les cantines, combat pour le port du voile à l'école, accusation d'islamophobie contre les esprits libres.
Comment expliquer l'interdiction du string à Paris-Plages, cet été ? Étrange fut l'argument avancé : risque de «troubles à l'ordre public». Cela signifiait-il que des bandes de jeunes frustrés risquaient de devenir violents à l'affichage de la beauté ? Ou bien craignait-on des manifestations islamistes, via des brigades de la vertu, aux abords de Paris-Plages ?
Pourtant, la non-interdiction du port du voile dans la rue est, du fait de la réprobation que ce soutien à l'oppression contre les femmes suscite, plus propre à «troubler l'ordre public» que le string. Il n'est pas déplacé de penser que cette interdiction traduit une islamisation des esprits en France, une soumission plus ou moins consciente aux diktats de l'islam. Ou, à tout le moins, qu'elle résulte de l'insidieuse pression musulmane sur les esprits. Islamisation des esprits : ceux-là même qui s'élevaient contre l'inauguration d'un Parvis Jean-Paul-II à Paris ne s'opposent pas à la construction de mosquées. L'islam tente d'obliger l'Europe à se plier à sa vision de l'homme.
Comme jadis avec le communisme, l'Occident se retrouve sous surveillance idéologique. L'islam se présente, à l'image du défunt communisme, comme une alternative au monde occidental. À l'instar du communisme d'autrefois, l'islam, pour conquérir les esprits, joue sur une corde sensible. Il se targue d'une légitimité qui trouble la conscience occidentale, attentive à autrui : être la voix des pauvres de la planète. Hier, la voix des pauvres prétendait venir de Moscou, aujourd'hui elle viendrait de La Mecque ! Aujourd'hui à nouveau, des intellectuels incarnent cet oeil du Coran, comme ils incarnaient l'oeil de Moscou hier. Ils excommunient pour islamophobie, comme hier pour anticommunisme.
Dans l'ouverture à autrui, propre à l'Occident, se manifeste une sécularisation du christianisme, dont le fond se résume ainsi : l'autre doit toujours passer avant moi. L'Occidental, héritier du christianisme, est l'être qui met son âme à découvert. Il prend le risque de passer pour faible. À l'identique de feu le communisme, l'islam tient la générosité, l'ouverture d'esprit, la tolérance, la douceur, la liberté de la femme et des moeurs, les valeurs démocratiques, pour des marques de décadence.
Ce sont des faiblesses qu'il veut exploiter au moyen «d'idiots utiles», les bonnes consciences imbues de bons sentiments, afin d'imposer l'ordre coranique au monde occidental lui-même.
Le Coran est un livre d'inouïe violence. Maxime Rodinson énonce, dans l'Encyclopédia Universalis, quelques vérités aussi importantes que taboues en France. D'une part, «Muhammad révéla à Médine des qualités insoupçonnées de dirigeant politique et de chef militaire (...) Il recourut à la guerre privée, institution courante en Arabie (...) Muhammad envoya bientôt des petits groupes de ses partisans attaquer les caravanes mekkoises, punissant ainsi ses incrédules compatriotes et du même coup acquérant un riche butin».
D'autre part, «Muhammad profita de ce succès pour éliminer de Médine, en la faisant massacrer, la dernière tribu juive qui y restait, les Qurayza, qu'il accusait d'un comportement suspect». Enfin, «après la mort de Khadidja, il épousa une veuve, bonne ménagère, Sawda, et aussi la petite Aisha, qui avait à peine une dizaine d'années. Ses penchants érotiques, longtemps contenus, devaient lui faire contracter concurremment une dizaine de mariages».
Exaltation de la violence : chef de guerre impitoyable, pillard, massacreur de juifs et polygame, tel se révèle Mahomet à travers le Coran.
De fait, l'Église catholique n'est pas exempte de reproches. Son histoire est jonchée de pages noires, sur lesquelles elle a fait repentance. L'Inquisition, la chasse aux sorcières, l'exécution des philosophes Bruno et Vanini, ces mal-pensants épicuriens, celle, en plein XVIIIe siècle, du chevalier de La Barre pour impiété, ne plaident pas en sa faveur. Mais ce qui différencie le christianisme de l'islam apparaît : il est toujours possible de retourner les valeurs évangéliques, la douce personne de Jésus contre les dérives de l'Église.
Aucune des fautes de l'Église ne plonge ses racines dans l'Évangile. Jésus est non-violent. Le retour à Jésus est un recours contre les excès de l'institution ecclésiale. Le recours à Mahomet, au contraire, renforce la haine et la violence. Jésus est un maître d'amour, Mahomet un maître de haine.
La lapidation de Satan, chaque année à La Mecque, n'est pas qu'un phénomène superstitieux. Elle ne met pas seulement en scène une foule hystérisée flirtant avec la barbarie. Sa portée est anthropologique. Voilà en effet un rite, auquel chaque musulman est invité à se soumettre, inscrivant la violence comme un devoir sacré au coeur du croyant.
Cette lapidation, s'accompagnant annuellement de la mort par piétinement de quelques fidèles, parfois de plusieurs centaines, est un rituel qui couve la violence archaïque.
Au lieu d'éliminer cette violence archaïque, à l'imitation du judaïsme et du christianisme, en la neutralisant (le judaïsme commence par le refus du sacrifice humain, c'est-à-dire l'entrée dans la civilisation, le christianisme transforme le sacrifice en eucharistie), l'islam lui confectionne un nid, où elle croîtra au chaud. Quand le judaïsme et le christianisme sont des religions dont les rites conjurent la violence, la délégitiment, l'islam est une religion qui, dans son texte sacré même, autant que dans certains de ses rites banals, exalte violence et haine.
Haine et violence habitent le livre dans lequel tout musulman est éduqué, le Coran. Comme aux temps de la guerre froide, violence et intimidation sont les voies utilisées par une idéologie à vocation hégémonique, l'islam, pour poser sa chape de plomb sur le monde. Benoît XVI en souffre la cruelle expérience. Comme en ces temps-là, il faut appeler l'Occident «le monde libre» par rapport à au monde musulman, et comme en ces temps-là les adversaires de ce «monde libre», fonctionnaires zélés de l'oeil du Coran, pullulent en son sein.
6.14.2006
Somos os primeiros
Segundo um estudo:
Europe's southern fringe is still the home of machismo, with Portuguese men being the least likely to do any housework, according to a study released yesterday.
At the top of the household layabouts' ranking, 61% of Portuguese men, 57% of Greek men and 47% of Spanish men told researchers they rarely, or never, used an iron or wielded a dustpan and brush.
E somos também os maiores mentirosos:
The study also found a huge discrepancy between the number of men who thought they should be sharing housework equally and the number who actually did so, across all the countries.
More than three-quarters of Spanish and Portuguese men, for example, thought they ought to be doing half the housework, but at least a quarter of those men admitted doing nothing.
Europe's southern fringe is still the home of machismo, with Portuguese men being the least likely to do any housework, according to a study released yesterday.
At the top of the household layabouts' ranking, 61% of Portuguese men, 57% of Greek men and 47% of Spanish men told researchers they rarely, or never, used an iron or wielded a dustpan and brush.
E somos também os maiores mentirosos:
The study also found a huge discrepancy between the number of men who thought they should be sharing housework equally and the number who actually did so, across all the countries.
More than three-quarters of Spanish and Portuguese men, for example, thought they ought to be doing half the housework, but at least a quarter of those men admitted doing nothing.
6.01.2006
5.30.2006
Melhores práticas
Na sua busca incessante de aplicar em Portugal as melhores práticas utilizadas pelo mundo fora, o governo vai começar a vender medicamentos à dose.
Ou seja, vão aproveitar o modelo de negócio utilizado pelo mercado dos químicos alternativos há décadas com grande sucesso.
Resta agora saber se vão ser adoptadas também as técnicas comerciais, de distribuição e marketing características deste mercado.
Ou seja, vão aproveitar o modelo de negócio utilizado pelo mercado dos químicos alternativos há décadas com grande sucesso.
Resta agora saber se vão ser adoptadas também as técnicas comerciais, de distribuição e marketing características deste mercado.
5.25.2006
Satanás
Setenta e três por cento - realmente assim tem outro impacto
Como só hoje vi a interessante discussão do Alto Seixo a propósito do estado do jornalismo em Portugal e concluí que devo ser muito céptico ou muito cínico.
Vejo estes problemas como consequências naturais do modo como as coisas funcionam, nada mais do que isso. Deixo aqui algumas notas:
Produzir mais com menos
O agenciamento da maioria da informação pode ser inserido na tendência crescente no meio empresarial de utilizar o outsourcing para a execução de algumas das funcões, economicamente esta estratégia resulta uma vez que se conseguem colocar os jornais na rua com 1/4 dos jornalistas que seriam necessários sem a utilização deste recurso.
Eles não têm culpa
Como a maioria de nós os jornalistas são trabalhadores por conta de outrem, tem a casa e o carro para pagar, e como qualquer um de nós sabem que trabalhar contra o patrão não contribui em nada para uma carreira de sucesso, há mesmo quem diga que pode ser prejudicial. Tal como os outros, mas com a desvantagem de trabalhar numa área com alguma exposição e para a qual ainda por cima arranjaram códigos deontológicos e de ética, que também só contribuem para os manter em constante tensão (que também não ajuda nada em termos do trabalho realizado).
A amizade é um valor a preservar
Tal como as outras pessoas os administradores e accionistas dos orgão de comunicação social também têm amigos e sabem que a amizade é um dos mais importantes valores da nossa existência, por isso faz todo o sentido que tentem agradar, ajudem sempre que podem, enfim o tipo de coisas que se fazem por amizade.
Interesse público vs. Interesses do público
Com qualquer profissional o jornalista também quer ver o ser trabalho apreciado, faz-nos sentir realizados, aumenta a auto-estima e dá-nos vontade para nos levantarmos todos os dias para ir trabalhar, daí que não faça qualquer sentido ter trabalho com assuntos complexos que embora possam parecer de interesse público na realidade não interessam ao público.
E este é um problema estrutural do nosso pequeno paraíso, decorre de continuarmos a ser um país "intelectualmente deprimido", com tendência para piorar, situação à qual os meios de comunicação também têm que se adaptar.
Num dos próximos dias a segunda parte:
Ou então são simplesmente meios de propaganda e controlo social.
Vejo estes problemas como consequências naturais do modo como as coisas funcionam, nada mais do que isso. Deixo aqui algumas notas:
Produzir mais com menos
O agenciamento da maioria da informação pode ser inserido na tendência crescente no meio empresarial de utilizar o outsourcing para a execução de algumas das funcões, economicamente esta estratégia resulta uma vez que se conseguem colocar os jornais na rua com 1/4 dos jornalistas que seriam necessários sem a utilização deste recurso.
Eles não têm culpa
Como a maioria de nós os jornalistas são trabalhadores por conta de outrem, tem a casa e o carro para pagar, e como qualquer um de nós sabem que trabalhar contra o patrão não contribui em nada para uma carreira de sucesso, há mesmo quem diga que pode ser prejudicial. Tal como os outros, mas com a desvantagem de trabalhar numa área com alguma exposição e para a qual ainda por cima arranjaram códigos deontológicos e de ética, que também só contribuem para os manter em constante tensão (que também não ajuda nada em termos do trabalho realizado).
A amizade é um valor a preservar
Tal como as outras pessoas os administradores e accionistas dos orgão de comunicação social também têm amigos e sabem que a amizade é um dos mais importantes valores da nossa existência, por isso faz todo o sentido que tentem agradar, ajudem sempre que podem, enfim o tipo de coisas que se fazem por amizade.
Interesse público vs. Interesses do público
Com qualquer profissional o jornalista também quer ver o ser trabalho apreciado, faz-nos sentir realizados, aumenta a auto-estima e dá-nos vontade para nos levantarmos todos os dias para ir trabalhar, daí que não faça qualquer sentido ter trabalho com assuntos complexos que embora possam parecer de interesse público na realidade não interessam ao público.
E este é um problema estrutural do nosso pequeno paraíso, decorre de continuarmos a ser um país "intelectualmente deprimido", com tendência para piorar, situação à qual os meios de comunicação também têm que se adaptar.
Num dos próximos dias a segunda parte:
Ou então são simplesmente meios de propaganda e controlo social.
5.19.2006
Correndo o risco de transformar isto num JL...
(...)
Que droga foi a que me inoculei?
Ópio de inferno em vez de paraíso?...
Que sortilégio a mim próprio lancei?
Como é que em dor genial eu me eternizo?
Nem ópio nem morfina. O que me ardeu,
Foi álcool mais raro e penetrante:
É só de mim que ando delirante ---
Manhã tão forte que me anoiteceu.
Hoje que até tive tempo de dar uma vista de olhos pelos jornais (pelo menos as edições electrónicas) e reparei que ninguém se lembrou que faz hoje anos o Mário de Sá-Carneiro.
Fica aqui a minha humilde homenagem.
Já agora um fat diver:
Para quem costuma utilizar a Enciclopédia Universal Multimédia On-Line, no verbete dedicado ao Sá-Carneiro lê-se:
"Sá-Carneiro suicidou-se, com vários frascos de estricnina, a 26 de Abril de 1916, num Hotel de Nice, suicídio esse descrito por José Araújo, que Mário Sá-Carneiro chamara para testemunhar a sua morte."
Quase que acertaram, o hotel não é em Nice, chama-se Nice e é em Paris (é só trocarem o num por no e a coisa fica perfeita).
Que droga foi a que me inoculei?
Ópio de inferno em vez de paraíso?...
Que sortilégio a mim próprio lancei?
Como é que em dor genial eu me eternizo?
Nem ópio nem morfina. O que me ardeu,
Foi álcool mais raro e penetrante:
É só de mim que ando delirante ---
Manhã tão forte que me anoiteceu.
Hoje que até tive tempo de dar uma vista de olhos pelos jornais (pelo menos as edições electrónicas) e reparei que ninguém se lembrou que faz hoje anos o Mário de Sá-Carneiro.
Fica aqui a minha humilde homenagem.
Já agora um fat diver:
Para quem costuma utilizar a Enciclopédia Universal Multimédia On-Line, no verbete dedicado ao Sá-Carneiro lê-se:
"Sá-Carneiro suicidou-se, com vários frascos de estricnina, a 26 de Abril de 1916, num Hotel de Nice, suicídio esse descrito por José Araújo, que Mário Sá-Carneiro chamara para testemunhar a sua morte."
Quase que acertaram, o hotel não é em Nice, chama-se Nice e é em Paris (é só trocarem o num por no e a coisa fica perfeita).
O que é nacional é bom
A estratégia do governo para aumentar as exportações portuguesas começa a dar os primeiros frutos, segundo o JN de hoje: Armas de pequeno calibre modificadas em Portugal estão a ser "exportadas" para a prática de crimes no estrangeiro.
Esta iniciativa revela que afinal, ao contrário do que nos fazem crer, em Portugal existe mão de obra qualificada e a preços competitivos. Além de provar que temos entre nós empresários dispostos a investir e a assumir riscos sem necessitar de apoios do estado ou benefícios fiscais.
Além das evidentes vantagens económicas (redução do défice com importante contributo para o equilíbrio da balança comercial e criação de emprego) esta actividade tem também um importante contributo social, desviando a prática de crimes para o estrangeiro e tornando o nosso país um lugar mais seguro.
Só me preocupa que, a exemplo de outros casos, também esta industria venha a ser alvo de deslocalização.
Esta iniciativa revela que afinal, ao contrário do que nos fazem crer, em Portugal existe mão de obra qualificada e a preços competitivos. Além de provar que temos entre nós empresários dispostos a investir e a assumir riscos sem necessitar de apoios do estado ou benefícios fiscais.
Além das evidentes vantagens económicas (redução do défice com importante contributo para o equilíbrio da balança comercial e criação de emprego) esta actividade tem também um importante contributo social, desviando a prática de crimes para o estrangeiro e tornando o nosso país um lugar mais seguro.
Só me preocupa que, a exemplo de outros casos, também esta industria venha a ser alvo de deslocalização.
5.16.2006
Faz 50 anos
I saw the best minds of my generation destroyed by
madness, starving hysterical naked,
dragging themselves through the negro streets at dawn
looking for an angry fix(...)
Já foi há 50 anos que o Lawrence Ferlinghetti, editou um livrinho chamado "Howl and Other Poems", que entretanto foi apreendido por ser obsceno, e deu origem a um julgamento à americana e a mais uma discussão sobre a primeira emenda.
E ainda bem que assim foi porque abriu a porta para que no ano seguinte o Kerouac conseguisse publicar o "On the Road" e dois anos depois o Burroughs publicasse o "Naked Lunch", entre outra rapaziada que vai continuando a ser muito lá de casa.
Parabéns.
PS: Estes versos têm um je ne sais quoi muito Alto Seixo.
madness, starving hysterical naked,
dragging themselves through the negro streets at dawn
looking for an angry fix(...)
Já foi há 50 anos que o Lawrence Ferlinghetti, editou um livrinho chamado "Howl and Other Poems", que entretanto foi apreendido por ser obsceno, e deu origem a um julgamento à americana e a mais uma discussão sobre a primeira emenda.
E ainda bem que assim foi porque abriu a porta para que no ano seguinte o Kerouac conseguisse publicar o "On the Road" e dois anos depois o Burroughs publicasse o "Naked Lunch", entre outra rapaziada que vai continuando a ser muito lá de casa.
Parabéns.
PS: Estes versos têm um je ne sais quoi muito Alto Seixo.
5.15.2006
O apelo da natureza ou, se fores ao campo leva a navalhinha
Sábado passado metemo-nos na furgoneta e fomos de excursão ao Alentejo.
O contacto com a natureza e os elevados níveis de oxigénio, estimularam-nos o instinto e trouxeram à superficie as nossas capacidades inactas para, fazer lume no quintal, criar ferramentas com os materiais que estão mais à mão, apanhar sol com uma cerveja na mão, entre outras.
O resto do dia foi alegremente passado entre minis, médias e carne grelhada, com uns digestivos à mistura (só para desmoer).
O ar do campo origina também a recuperação de antigas tradições masculinas, que nos permitiu ir passando do fogareiro para a mesa do almoço daí para a mesa do café e desta directamente para a mesa do jantar e daqui de novo para a mesa do café.
O regresso, já noite dentro e na boa tradição excursionista, foi marcado por uma brilhante actuação dos "back-seat boys" cantando êxitos dos Irmãos Catita.
O contacto com a natureza e os elevados níveis de oxigénio, estimularam-nos o instinto e trouxeram à superficie as nossas capacidades inactas para, fazer lume no quintal, criar ferramentas com os materiais que estão mais à mão, apanhar sol com uma cerveja na mão, entre outras.
O resto do dia foi alegremente passado entre minis, médias e carne grelhada, com uns digestivos à mistura (só para desmoer).
O ar do campo origina também a recuperação de antigas tradições masculinas, que nos permitiu ir passando do fogareiro para a mesa do almoço daí para a mesa do café e desta directamente para a mesa do jantar e daqui de novo para a mesa do café.
O regresso, já noite dentro e na boa tradição excursionista, foi marcado por uma brilhante actuação dos "back-seat boys" cantando êxitos dos Irmãos Catita.
O caquicorre
Foi com grande alegria que ontem à noite, descobri que foi editado um DVD ao vivo do Tony de Matos no Coliseu.
E foi o bastante para puxar ao "sintimento" dar por mim a trautear:
Anda, abraça-me... beija-me
Encosta o teu peito ao meu
Esquece que vais na rua
Vem ser minha e eu serei teu
Que falem não nos interessa
O mundo não nos importa
O nosso mundo começa
Cá dentro da nossa porta
E foi o bastante para puxar ao "sintimento" dar por mim a trautear:
Anda, abraça-me... beija-me
Encosta o teu peito ao meu
Esquece que vais na rua
Vem ser minha e eu serei teu
Que falem não nos interessa
O mundo não nos importa
O nosso mundo começa
Cá dentro da nossa porta
3.09.2006
A marca portuguesa no mundo
Cruzei-me hoje uma informação que ainda carece de confirmação, mas que prova que o tuga tem olho para o negócio e consegue ser um verdadeiro empreendedor, embora tenha dificuldades em manter a qualidade de serviço.
Em 8 de Março de 1906, um talhante português foi preso na Argentina, acusado de ter assassinado várias pessoas, (acusação dificil de provar, uma vez que os corpos nunca apareceram) e de vender carne humana no talho (ou isso, ou carne estragada, uma vez que o desgraçado quase foi linchado).
Em 8 de Março de 1906, um talhante português foi preso na Argentina, acusado de ter assassinado várias pessoas, (acusação dificil de provar, uma vez que os corpos nunca apareceram) e de vender carne humana no talho (ou isso, ou carne estragada, uma vez que o desgraçado quase foi linchado).
2.14.2006
Eu não peço desculpa
Ainda não recuperado do disparatado pedido de desculpas do Freitas do Amaral.
On the world stage, should we really apologize for Dante, Shakespeare, and Goethe? Mozart, Beethoven and Bach? Rembrandt, Vermeer, Van Gogh, Breughel, Ter Borch? Galileo, Huygens, Copernicus, Newton and
Darwin? Penicillin and computers? The Olympic Games and Football? Human rights and parliamentary democracy? The west is the source of the liberating ideas of individual liberty, political democracy, the rule of law, human rights and cultural freedom. It is the west that has raised the status of women, fought against slavery, defended freedom of enquiry, expression and conscience. No, the west needs no lectures on the superior virtue of societies who keep their women in subjection, cut off their clitorises, stone them to death for alleged adultery, throw acid on their faces, or deny the human rights of those considered to belong to lower castes.
Tudo bem que não gostem dos cartoons, eu também não gosto de ver funcionários de ONG degolados, lapidações, excisões e outros mimos e nem por isso vou para a rua queimar bandeiras e atentar contra tudo o que seja muçulmano.
Os governos ocidentais estão a tratar o mundo muçulmano como uma criança mimada, e as crianças mimadas, mais tarde ou mais cedo, acabam por mandar nos pais.
Veremos...
On the world stage, should we really apologize for Dante, Shakespeare, and Goethe? Mozart, Beethoven and Bach? Rembrandt, Vermeer, Van Gogh, Breughel, Ter Borch? Galileo, Huygens, Copernicus, Newton and
Darwin? Penicillin and computers? The Olympic Games and Football? Human rights and parliamentary democracy? The west is the source of the liberating ideas of individual liberty, political democracy, the rule of law, human rights and cultural freedom. It is the west that has raised the status of women, fought against slavery, defended freedom of enquiry, expression and conscience. No, the west needs no lectures on the superior virtue of societies who keep their women in subjection, cut off their clitorises, stone them to death for alleged adultery, throw acid on their faces, or deny the human rights of those considered to belong to lower castes.
Tudo bem que não gostem dos cartoons, eu também não gosto de ver funcionários de ONG degolados, lapidações, excisões e outros mimos e nem por isso vou para a rua queimar bandeiras e atentar contra tudo o que seja muçulmano.
Os governos ocidentais estão a tratar o mundo muçulmano como uma criança mimada, e as crianças mimadas, mais tarde ou mais cedo, acabam por mandar nos pais.
Veremos...
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